"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."
Diz o artigo primeiro da declaração universal pelos direitos humanos, assinada pelos 58 países mais importantes do mundo, junto a Organização das Nações Unidas, onde o próprio Vaticano tem cadeira cativa.
Os direitos humanos “não podem mudar segundo diferentes finalidades”. Uma prática desse tipo coloca em risco o respeito pela Declaração universal dos direitos humanos, disse por fim Dom Auza, o observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas.
Desta Forma a OFM vem Tornar Público a o temor frente a quebra do artigo terceiro desta mesma resolução que afirma: Todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Pelo atual Presidente da CNBB e Sub-nuncio para o Brasil, Dom Diogo Pinheiro, que tem amedrontado muitos padres da igreja habbiana com suas constantes ameaças de punições.
Eu Frei João Paulo, pessoalmente e publicamente já fui alvo das constantes ameaça deste mesmo epíscopo, cujo báculo tem se tornado um porrete, aos olhos dos presbíteros da Santa Igreja.
Está Carta não pede punições ao falado Pastor, mas apenas que se façam válidas as palavras da Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos seja permitido à liberdade e à segurança pessoal dentro desta Santa Organização.
Destes pequenos Servos de Assis, que nada mais sabem fazer, a não ser seguir os ensinamentos de Cristo.
Dado do Convento de São Francisco de Assis, 16 de fevereiro de 2019.
+ Frei João Paulo Rodrigues
Ministro Geral da OFM
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